“Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo.”

Siddhartha Gautama

O que é Terapia Cognitiva?

A terapia cognitiva surge na década de 50 por Aaron Beck e seus colaboradores, através de seus estudos sobre depressão e sua ligação com a vulnerabilidade cognitiva da pessoa. Respaldada por inúmeros estudos científicos, hoje é considerada uma das principais abordagens psicoterápicas, tendo sua eficácia comprovada no tratamento de depressão, dependência química, ansiedade, entre outros.

Beck acredita que a forma que interpretamos as situações, e não o evento em si, que influencia nossos comportamentos e nossos sentimentos. Ou seja, quando nos deparamos com um desafio, a forma como interpretamos ou pensamos sobre o mesmo, está diretamente ligada com a forma que vamos sentir e reagir diante o evento.

O processo terapêutico na cognitiva, visa dar ao cliente a capacidade de identificar e modificar as cognições que o leva ao estresse, buscando então, alternativas de interpretações que o leve a um melhor desempenho. A terapia cognitiva, comparada com outras abordagens, é marcada por ser um processo de curta duração. 

Como funciona?

AVALIAÇÃO

Aqui, o paciente chega sem muita consciência do seu problema. É feita uma avaliação, onde as dificuldades são exploradas juntamente com os pontos fortes da pessoa.

INICIO

Nesta fase, o processo de autoconhecimento está encaminhando. O objetivo aqui é preparar para ação, desenvolver um plano estratégico para resolução de problemas e reestruturação cognitiva.

AÇÃO

O paciente, nesta fase, começa a agir ao encontro de suas metas. É possível observar mudanças ambientais inclusive

MANUTENÇÃO

Estágio onde os novos comportamentos devem ser mantidos.

TERMINO

Paciente não tem recaídas, não se sente mais tentando mudar o comportamento

Sobre

  • Psicólogo CRP 08/21391
  • Estudou transtornos de ansiedade e depressão no Hospital Israelita Albert Einstein
  • Estudou ciência da felicidade na USP
  • Pós-graduando em neurociência pela faculdade de medicina da USP
  • Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental pelo CTCVeda
  • Membro da diretoria da Associação de Terapias Cognitivas do Paraná (ATC-PR).
  • Especialista em Mindfulness pela Universidade Federal de São Paulo
  • Estudou Mindfulness e TCC pelo Beck Institute
  • Formação em terapia cognitiva narrativa e terapia focada na compaixão pelo instituto de psiquiatria da USP
  • Pós-graduando em Psicologia Positiva, ciência do bem-estar e autorregulação pela PUC-RS 
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ALGUNS
OBJETIVOS
DA TERAPIA!

PROMOVER AUTOCONHECIMENTO

DESENVOLVER A AUTOESTIMA

MELHORAR A RESOLUÇÃO DE CONFLITO

AUMENTAR A RESILIÊNCIA 

MELHORAR O HUMOR 

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

MELHORAR A COMUNICAÇÃO

O que dizem as pesquisas?

“A terapia cognitivo-comportamental tem sido amplamente testada desde que foram publicados os primeiros estudos científicos, em 1977 (Rush, Beck, Kovacs e Hollon, 1977). Até o momento, mais de 500 estudos científicos demostraram a eficácia da terapia cognitivo-comportamental para uma ampla gama de transtorno psiquiátricos, problemas psicológicos e problemas médicos com componentes psicológicos (veja, p. ex., Butlers, Chapman, Forman e Beck, 2005; Chambless e Ollendick 2001). A tabela 1.1 lista muitos dos transtornos e problemas que foram tratados com sucesso com a terapia cognitivo-comportamental. Uma lista mais completa pode ser encontrada em www.beckinstitute.org.

Foram realizados estudos para demostrar a eficácia da terapia cognitivo-comportamental na comunidade (veja, p. ex., Shadish, Matt, Navarro e Philips, 2000, Simons et al., 2010; Stirman, Buchhofer, McLaulin, Evans e Beck, 2009). Outros estudos concluíram ser efetiva a terapia cognitivo-comportamental assistida por computador (veja, p. ex., Khanna e Kendall, 2010; Wright et al., 2002). E diversos pesquisadores demonstraram que existem alterações neurobiológicas associadas ao tratamento com terapia cognitivo-comportamental  para vários transtornos (veja, p. ex., Goldapple et al., 2004). Centenas de estudos científicos também validaram o modelo cognitivo da depressão e da ansiedade. Uma ampla revisão desses estudos pode ser encontrada em Clark e colaboradores (1999) e em Clark e Beck (2010).”

(BECK; JUDITH S, 2013, p.24)

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

 BECK, JUDITH S. Terapia Cognitivo-Comportamental:Teoria e Prática. Porto Alegra: Artmed, 2013.

Agende sua consulta pelo telofone (44) 99915-8582 (whats)

Depoimentos

A dinâmica do tratamento e o resultado rápido, o respeito com minhas limitações e o interesse na solução rápida do problema e em minha evolução pessoal. A maneira como conduziu a minha mente para as respostas dos meus problemas, fazendo com que, ao invés de me revelar, eu enxergasse as respostas.

Ótimo profissional. Sem dúvidas um dos melhores de Maringa e região. Faço terapia com ele a um bom tempo e super recomendo.